Em algum momento da sua vida como empresário, você já se fez essa pergunta: “Sou capaz de comprar o que minha marca vende?”. Ao nos questionarmos sobre isso, passamos por um processo de compreensão para quem estamos vendendo e se nossa marca está ou não acompanhando as transformações do mercado.
Quando falamos em comprar o que você vende, não é necessariamente os seus produtos ou serviços, mas sua marca. Estamos tão imersos nesse processo de evolução da tecnologia que, muitas vezes, não percebemos a quantidade de transformações que já fomos submetidos. Antigamente se comprava vinis e depois fitas, passamos a ouvir músicas através de CD’s e hoje já nem se fala em comprar músicas, mas sim em assinar aplicativos de streaming.
Estamos em constante mudança e sua marca também precisa passar por transformações. Uma das grandes mudanças, é que as marcas não são mais aquilo que os donos dizem que elas são e quem define isso agora são os consumidores: “Quer saber quem você é? Qual a sua marca? Pergunte aos seus clientes.” A partir dessa nova realidade, compreendemos se sua marca é autoritária ou humanizada.
Não é porque o negócio é seu que pode ou deve fazer tudo ao seu jeito, sua marca precisa conversar com o cliente que atende. Por exemplo, você possui um mini-mercado que atende clientes de Classes C e D e um belo dia você decide reformar a loja para ela se tornar um empório elegante. O que vai acontecer? Mesmo que os preços dos seus produtos sejam extremamente baixos, a sua marca estará passando uma impressão de algo elitista e de maior preço, ou seja, você com certeza vai perder clientes.
Por isso o Feedback é tão importante, a sua marca não deve só informar ao cliente como ela é e como se posiciona. Ela precisa ser pensada através das necessidades dos seus consumidores: “O que sua empresa realmente vende é um estado emocional para as pessoas!”. Um vendedor de sapatos não está vendendo apenas calçados, ele está vendendo a sensação de conforto e a autoestima para aquela pessoa.