A Afya, maior ecossistema de educação em saúde e heatlhtechs do Brasil, celebra a conclusão da primeira edição do programa Afya Ventures. O projeto estimula alunos, ex-alunos, professores e colaboradores a submeterem seus projetos e ideias para participarem de um programa aceleração em um centro de empreendedorismo unificado, que conta com um time com experiência em metodologias de startups, representantes em todas as instituições de ensino da companhia, presente em 8 estados, e 30 mentores -- fundadores e especialistas das startups adquiridas pela Afya e executivos da empresa. Em 2021, mais de 30 startups se inscreveram no programa e 17 foram selecionadas para uma pré-aceleração com a duração de 8 semanas. Ao todo, o programa reuniu 24 palestrantes que concederam mais de 30 horas de conteúdo para orientar os empreendedores. Ao final, os 5 projetos que mais se destacaram, foram convidados para a aceleração em 2022. Também para 2022, uma novidade é que o programa está sendo preparado para receber iniciativas de mercado.

O programa de aceleração é apenas um dos pilares do Afya Ventures, que engloba outras iniciativas da empresa que envolvem relacionamento com startups e temas de empreendedorismo, como a Rede de Inovação nas instituições, o programa de inovação aberta e, futuramente, um fundo de investimentos corporativo. “Essa fase do Afya Ventures representa a nossa busca e contribuição para desenvolver ideias transformadoras e aproximar a academia do mundo dos negócios. O objetivo é fomentar o empreendedorismo em nossas instituições de ensino e o intraempreendedorismo na companhia, promovendo as conexões corretas dentro do nosso ecossistema. Estamos em uma trajetória muito positiva, contribuindo para impactar a jornada de educação e saúde das pessoas”, afirma Bruno Scolari, diretor de Inovação da Afya.

O programa é composto por 3 etapas: seleção, evolução e investimento. Na primeira, os interessados devem atender aos seguintes critérios de elegibilidade: time composto por, pelo menos, um aluno, egresso, professor ou colaborador da Afya; ter um MVP (mínimo produto viável); apresentar potencial de escala; e equipe capacitada. No caso das startups do mercado, o negócio deverá ser orientado à saúde ou educação, ter o produto rodando com clientes (ainda que não pagantes) e um cap table saudável (fundadores devem ser os donos da empresa), além da escalabilidade e o time certo.​ No período de evolução, os empreendedores receberão mentoria, conteúdo personalizado, acompanhamento do desenvolvimento do negócio e apoio para a integração com o business da Afya -- quando aplicável. Vale ressaltar, ainda, que as duas primeiras etapas são equity free, ou seja, os empreendedores não cedem parte da empresa para participar. A terceira etapa, de investimento, é restrita aos negócios cujo core business seja relacionado à saúde ou educação -- focos estratégicos da Afya -- e, tanto o valor do aporte quanto o equity tomado serão negociados com base no desempenho da startup até o momento e a oportunidade de mercado futuro.

Para Bruno Scolari, a iniciativa também traz benefícios robustos para os participantes, como a criação de uma rede única para troca de experiências e networking. “Estamos construindo um ambiente que está diretamente conectado ao nosso propósito de contribuir com as jornadas de educação e profissional do médico, trazendo soluções que sejam efetivas para os gaps do mercado da saúde. É muito importante contar com uma comunidade robusta e as boas ideias do mercado e academia para tornar o Afya Ventures uma realidade”, afirma o executivo. Saiba mais sobre o Afya Ventures em:  https://ventures.afya.com.br/ 

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