A produção agropecuária do Brasil continua em constante crescimento nos últimos anos tendo até a prospecção de ser um grande fornecedor de alimentos no mundo todo em um futuro próximo. Atualmente, temos uma agricultura adaptada ao clima tropical de várias regiões do país, além de contar com produtores conscientes de suas responsabilidades com o meio ambiente, mas sempre aliados à produção de alimentos.
Esse crescimento contínuo da agropecuária brasileira também é revelado pelos dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). De acordo com os dados, o agronegócio brasileiro atingiu um recorde histórico na sua receita, totalizando US$ 120,6 bilhões no ano passado, crescimento de 19,7%. Só no mês de dezembro de 2021, as exportações foram de US$ 9,9 bilhões, isso significa uma alta de 36,5% comparado a 2020.
De janeiro a setembro do ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária brasileira teve uma alta muito relevante de 10,79%. Esse resultado foi impulsionado, principalmente, pela expansão da agricultura que registrou uma variação acumulada de 17,06% no período.
Segundo Viviane Henriques, diretora executiva da Reino Rural Saúde no Campo, rede de franquias especializada em produtos agropecuários com foco em suplemento nutricional animal e fertilizantes, as expectativas são as melhores para o setor durante este ano. “O setor de agropecuária continua registrando uma alta significativa ao longo dos anos e isso não será diferente para o ano de 2022”, afirma.
Projeções para este ano
Este ano promete ser ainda melhor para a agropecuária brasileira, isso segundo as projeções da CNA e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Os dados mostram que o agronegócio deverá ser 5% maior do que no ano passado, além disso, a safra de grãos será recorde, se confirmada a estimativa de 289 milhões de toneladas, um volume consideravelmente maior do que 2021.
Quando analisamos o setor da pecuária, o aumento será ainda maior para o ano de 2022. Segundo o levantamento, o gado de corte terá um crescimento bem expressivo no faturamento anual, chegando em 22%. Para ficar registrado, a avicultura de corte chegará a 47% e os suínos também devem ter um aumento, na casa dos 20%, de acordo com as projeções.
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Viviane Henriques diz que a franquia já registrou aumento no número de vendas no começo deste ano. “O clima este ano será melhor para o produtor rural e por consequência, para todo o setor. Na pecuária as projeções são bem expressivas. Por isso, a avaliação que nós temos do mercado do agronegócio para 2022 é a mais promissora possível”, diz a diretora animada.
A diretora executiva ainda ressalta que nos primeiros meses do ano já conseguiu identificar até uma maior procura pela aquisição da franquia da Reino Rural. “Nos primeiros 45 dias de 2022 foram comercializadas nove unidades, numa demonstração inequívoca de otimismo em relação ao agronegócio”, reforça.
Motivos para investir no agronegócio
A agropecuária é um dos impulsionadores da economia brasileira, isso se deve aos números significativos da sua relação e participação no mercado, ainda mais por conta do grande número de empregos gerados pelo setor. Isso nos deixa claro a importância do agronegócio no mundo, conseguindo até superar o setor industrial, quando comparamos com a sua capacidade média produtiva.
Segundo a diretora executiva da Reino Rural o agronegócio não parou nem na crise sanitária e não é afetado por crises econômicas, sendo esses um dos principais motivos de investir no setor. “O setor vem ganhando cada vez mais os holofotes, devido às suas capacidades de expansão, produtividade, produção e geração de oportunidades de emprego em várias regiões”, pontua.
Além disso, Viviane Henriques também destaca a força da exportação e de produção que o agronegócio brasileiro possui atualmente. “O Brasil é o terceiro maior produtor de alimentos do mundo, ficando atrás apenas da China e dos Estados Unidos. O crescimento populacional nos próximos anos e consequentemente o aumento do consumo é uma das principais vantagens de se optar pelo segmento do agronegócio brasileiro”, salienta.