Na vida é preciso desenvolver a Resiliência para conseguirmos passar pelas fases da infância, adolescência, fase adulta e melhor idade aproveitando cada etapa de forma saudável e adequada.

Quem não tem resiliência é o chamado “homem de vidro”, que é aquele que se “quebra” diante de qualquer pressão. O poema a seguir descreve este exemplo:

 “Hoje, a tristeza me visitou. Tocou a campainha, subiu as escadas, bateu à porta e entrou. Não ofereci resistência. Hoje, a doença também me visitou. Chegou sem pedir licença, invadindo o ambiente. Hoje, problemas do passado também me visitaram.

Não vieram pelo telefone vieram pelo correio, impressos em papel e letras de baixa qualidade, anunciando sua condição de fantasmas eternos”.

Diante desse quadro, não há como deixar de sentir-se apequenado. O desânimo comparece em ombros arqueados e olhos sem brilho que pedem para derramar lágrimas. Então, choro. É o comportamento do não resiliente. Aprendi que não adianta “brigar” com os problemas ou tentar ignorá-los.

Se você não os enfrenta, acaba destruído por eles. E quando você não soluciona de forma adequada, eles continuam lá, ganhando mais força. 

Aprendi que não adianta “brigar” com os problemas ou tentar ignorá-los. Se você não os enfrenta, acaba destruído por eles. E quando você não soluciona de forma adequada, eles continuam lá, ganhando mais força. A felicidade não é a ausência de problemas. A ausência de problemas é o tédio, como já disse.

Felicidade são grandes problemas bem administrados. O importante é aprender a combater as doenças da mente, esse é o trabalho da terapia. Percebê-las, identificá-las, respeitá-las e, aniquilá-las. Se hoje você ainda perde o controle diante do primeiro problema, não se aflija. É possível desenvolver a habilidade necessária para este enfrentamento, e a terapia pode ajudá-lo com isso.

O importante é aprender a combater as doenças da mente, esse é o trabalho da terapia. Percebê-las, identificá-las, respeitá-las e, aniquilá-las. Se hoje você ainda perde o controle diante do primeiro problema, não se aflija. É possível desenvolver a habilidade necessária para este enfrentamento, e a terapia pode ajudá-lo com isso.

Você viu?

As pessoas precisam aprender a observar:

Por meio da simplicidade, descobrirão que possuem capacidade de se tornarem pessoas sinceras, humildes e, principalmente, mais “humanas”. Deixarão de lado mesquinharias, de reclamar de coisas que não têm tanto significado e enxergarão o verdadeiro valor da vida. Aprenderão a se sentir “sortudos” por possuírem filhos, cônjuge, sogro, sogra, cunhado, amigos, enfim, pessoas que estão em seu entorno, independentemente das falhas e imperfeições que cada uma carrega.

É inevitável lembrar que atraímos pessoas semelhantes a nós, e os defeitos que enxergamos no outro são um reflexo de nós mesmos, como se houvesse um espelho entre o mundo real e o imaginário que não enxergamos, mas do qual sabemos a existência. O que limita o ser humano não são somente os fatos ou as situações adversas em si, mas sim o significado das atitudes.

Por que duas pessoas com as mesmas oportunidades dentro de uma instituição obtêm resultados distintos? Por que dois irmãos criados pelos mesmos pais e no mesmo ambiente apresentam trajetórias totalmente diferentes? Como você se percebe, como reage às situações, como toma as suas decisões, são todos fatores que influenciam a sua ATITUDE, e direcionam sua vida.

Ouse, faça uma escolha assertiva para a sua vida. A escolha assertiva é aquela que acontece quando o indivíduo, no pleno uso da sua liberdade de “escolha”, utiliza o raciocínio e orienta a vontade, de modo a pensar construtivamente e a atuar em sintonia com os seus interesses mais elevados sem deixar de levar em conta os interesses dos que o cercam.

Desenvolver a assertividade é muito mais do que aprender a falar de maneira diferente, requer aprender a aceitar e a identificar o que se sente, a observar o que se pensa, a pensar com lógica construtiva, a vibrar com confiança em si mesmo e a escolher comportar-se positivamente nas diversas situações em que se encontrar.

Para refletir...

As pessoas precisam aprender a observar. Por meio da simplicidade, descobrirão que possuem capacidade de se tornarem pessoas sinceras, humildes e, principalmente, mais “humanas”. Deixarão de lado mesquinharias, de reclamar de coisas que não têm tanto significado e enxergarão o verdadeiro valor da vida.

Érika Stancolovich é Dra em Psicanálise, escritora e conferencista internacional
Divulgação

Érika Stancolovich é Dra em Psicanálise, escritora e conferencista internacional



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