Com um crescimento de 173% no ano passado somado ao aporte de R$ 2 milhões do fundo de investimento Acrux Capital e do grupo Nexaas recebido em plena pandemia, a  proptech Engelink ( https://engelink.com.br/ ), que liga pequenas e médias empresas  de engenharia a condomínios residenciais e comerciais, hotéis, instituições de ensino, espaços corporativos, shoppings e construtoras, começa o ano de 2021 em dupla expansão: de mercado e de equipe.

A performance positiva da startup, que hoje acumula 31 mil empresas cadastradas no eixo Rio-São Paulo, levou a empresa para uma próxima etapa, ampliação de mercado, que será implementada já no primeiro trimestre de 2021, com a entrada em mais cinco capitais: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Salvador. A expectativa é que o quinteto impulsione o faturamento para R$1 milhão por mês até o fim do ano.

“Nossos assinantes normalmente são pequenas e médias empresas de Engenharia, que assim como seus contratantes, os síndicos e compradores, passaram por um processo de digitalização veloz durante a pandemia. E nosso crescimento  se deu pela Engelink ser a solução para ambos na busca por recursos tecnológicos que superassem a necessidade do contato físico e otimizassem processos”, sinaliza Ricardo de Castro, CEO da Engelink.

O movimento também refletirá no time que até março ganhará 30 novos membros nas áreas de vendas, marketing, desenvolvimento tecnológico e relacionamento com o cliente. A remuneração pode chegar a até R$7 mil. “Nossa startup está passando agora por uma fase acelerada de crescimento e para dar suporte a isso precisamos do recurso mais importante num negócio como o nosso que são as pessoas.Temos um time engajado, competente e de alto nível de 30 colaboradores e que agora temos o desafio de dobrar nossa equipe em um espaço curto de tempo.", explica o empresário.

Sobre a Engelink ( www.engelink.com.br/ ): Criada em 2018 pelo trio de engenheiros, Ricardo de Castro, Tharso Abreu e Pedro Prates, que tem mais de 15 anos de experiência de mercado, e Samay Milet, designer gráfico, hoje conta com um portfólio formado por cerca de 31 mil condomínios e empresas do mercado predial. 

Sobre o mercado -  Na cena internacional as proptechs - tecnologias aplicáveis ao espaço do setor imobiliário, sejam softwares (plataformas de gestão), hardwares, como sensores, e até materiais, como tijolos que agem como baterias para painéis solares - se mantêm em franco crescimento. Para se ter uma ideia, em 2011, os investimentos no setor foi de US$ 186 milhões, e em 2017, o montante disparou para US$ 12 bilhões.

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